CONEXÃO AMAZÔNICA DE RÉVEILLON 

(16ª edição)

Turismo de Base Comunitária com propósito,
segurança e experiências reais

Uma viagem para viver a Amazônia de verdade (com conforto, segurança e propósito). Conexão Amazônica é uma experiência de turismo de base comunitária, construída junto com comunidades tradicionais da região. Aqui, cada parada tem um sentido: conectar pessoas, fortalecer economias locais e valorizar a floresta em pé.

É uma viagem pensada para quem busca algo além do “turismo de vitrine”. Você vai navegar por rios imensos, caminhar por trilhas e igarapés, conhecer modos de vida que resistem e se reinventam, provar sabores locais e participar de momentos culturais autênticos.

Importante

Esta não é uma viagem de luxo. Os viajantes dormem em redes, como é tradicional na região, mas a proposta é garantir conforto, organização e segurança, para que a experiência seja leve, bem cuidada e inesquecível — seja você uma família com crianças, um casal ou alguém viajando sozinho. (cada barco possui um ou 2 camarotes com beliche que podem ser reservados)

Dia 28 de dezembro —   Ritual da Floresta (acolhimento espiritual e cultural)

No fim da tarde, antecedendo nossa viagem, um momento especial de conexão com o território e com os sentidos mais profundos da Amazônia.

Final da tarde — Ritual da Floresta com o Pajé Nato Tupinambá

O Pajé Nato Tupinambá conduzirá o Ritual da Floresta, uma cerimônia de acolhimento e proteção, intercedendo para que os encantados e os espíritos da floresta e dos rios recebam os visitantes em suas casas: a Amazônia.

Este é um momento de respeito e presença. Mais do que assistir, é uma oportunidade de compreender que, para muitos povos e comunidades tradicionais, a floresta não é cenário: é morada, ancestralidade e espiritualidade.

É o tipo de vivência que abre o coração e muda a forma como a gente entra na viagem — com mais consciência, cuidado e gratidão.

Dia 29 de dezembro — Tapajós: primeiras paisagens, praia de rio e igarapé

07:00 – Saída do Terminal Turístico de Alter do Chão (Rio Tapajós)
A travessia já é parte do encanto. Aos poucos, Alter do Chão fica para trás e o Tapajós abre caminho com suas águas amplas, margeadas por floresta e pequenas comunidades.

07:30 – Café da manhã
Começamos cedo para aproveitar o dia no ritmo amazônico: com calma, mas com o olhar atento para tudo o que muda ao redor.

11:00 – Tempo livre na Ponta do Maguari (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)
A Ponta do Maguari é aquele tipo de lugar onde o tempo desacelera. Praia de rio, água clara e um cenário perfeito para quem quer mergulhar, caminhar na areia, observar o céu e simplesmente respirar Amazônia.

13:00 – Almoço na Ponta do Maguari (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)
Refeição com sabor de território: comida simples, bem-feita, com ingredientes locais e aquele clima de “mesa compartilhada” que aproxima as pessoas.

13:30 – Tempo livre na Ponta do Maguari (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)
Um intervalo ótimo para famílias com crianças brincarem com segurança na praia, e para quem viaja sozinho curtir o silêncio, tirar fotos e se conectar com a paisagem.

16:00 – Passeio no Igarapé do Jamaraquá (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)
Aqui a Amazônia muda de escala: do “rio gigante” para os caminhos estreitos de água. O igarapé é como um corredor vivo dentro da floresta, com sombras, sons e detalhes que a gente só percebe de perto. É o tipo de passeio que desperta curiosidade em todo mundo — adultos e crianças.

19:00 – Jantar na Ponta do Maguari (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)
No fim do dia, o jantar vira aquele momento de acolhimento: energia renovada e histórias começando a se cruzar entre o grupo.

Pernoite na Ponta do Maguari (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)

(Dormir em rede é uma experiência cultural e sensorial: o balanço leve, o som do rio e a noite amazônica como trilha sonora.

Dia 30 de dezembro — FLONA do Tapajós: a floresta em pé e a Samaúma Gigante

06:30 – Café da manhã
Dia de natureza mais intensa: trilha, floresta e um encontro com uma das árvores mais simbólicas da Amazônia.

07:30 – Passeio da Samaúma Gigante (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)
A visita à Floresta Nacional do Tapajós é um momento de conexão profunda. A Samaúma impressiona pelo tamanho e pelo significado: é uma “árvore-mãe”, que parece ensinar sobre tempo, resistência e vida.

É uma atividade que desperta perguntas naturais:

  • Como a floresta se sustenta?
  • Por que árvores gigantes são tão importantes?
  • O que muda no clima e na água quando a floresta é derrubada?

13:00 – Almoço na Ponta do Maguari (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)
Pausa para recarregar as energias e compartilhar as impressões da manhã.

14:00 – Ida para Ponta de São Domingos (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)
Mudança de cenário, com novas paisagens e aquele sentimento bom de estar atravessando a Amazônia por dentro.

15:00 – Tempo livre na Ponta de São Domingos (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)
Uma tarde livre para aproveitar a praia, descansar, conversar e observar o entardecer. É um tempo importante na viagem: o descanso também faz parte da experiência.

19:00 – Jantar na Ponta de São Domingos (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)

Depois de um dia de Caminhada na Floresta e muitos mergulhos é hora de descobrir as surpresas que nossas cozinheiras prepararam.

Pernoite na Ponta de São Domingos (Flona do Tapajós/Rio Tapajós)
Mais uma noite amazônica para guardar na memória.

Dia 31 de dezembro — O grande encontro: Tapajós + Amazonas e Réveillon na aldeia

05:00 – Saída para o Encontro das Águas
Um começo cedo para presenciar um dos fenômenos mais marcantes da região. O céu ainda em transformação e o rio ganhando vida.

07:00 – Café da manhã
No barco, o café da manhã tem gosto de aventura: simples e especial.

10:00 – Encontro das Águas (Rio Tapajós / Rio Amazonas)
Um espetáculo natural: dois rios imensos se encontram e, por um trecho, seguem lado a lado. É impossível não ficar impressionado. É ciência e poesia ao mesmo tempo.

11:00 – Canal do Jari (Rio Amazonas)
O Canal do Jari revela a vida amazônica em outro ritmo. Aqui, a paisagem conta histórias de várzea, circulação e adaptação.

12:00 – Almoço
Refeição no caminho, preparando o grupo para uma noite culturalmente muito rica.

13:00 – Deslocamento para Aldeia Suriçaua/Aminã (com parada na Ponta Grande – Rio Arapiuns)
O Arapiuns tem um charme próprio: águas, praias e comunidades que guardam uma Amazônia profundamente humana, viva e acolhedora.

19:00 – Merenda (Pré-Réveillon) na Aldeia Suriçaua (Rio Arapiuns)
Um momento de chegada, acolhida e integração. É quando o grupo sente que está entrando em um território com identidade própria.

20:30 – Carimbó com Mestre Juvenal
Mais do que uma apresentação, o carimbó é uma experiência cultural. Ritmo, alegria, tradição e encontro entre visitantes e comunidade.

22:00 – Ceia de Réveillon na Aldeia Suriçaua (Rio Arapiuns)
Uma virada de ano com significado: com gente de verdade, comida compartilhada e o sentimento de estar vivendo algo único.

24:00 – Réveillon na Aldeia Suriçaua (Rio Arapiuns)
Um Réveillon diferente de tudo: sem luxo, mas com riqueza cultural e humana.

Dia 01 de janeiro — Vida comunitária: farinhada, artesanato e praia

06:00 – Deslocamento para a Comunidade de São Marcos (Rio Arapiuns)
O primeiro dia do ano começa com movimento: novas histórias e novas aprendizagens.

07:00 – Café da manhã

09:30 – Visita à Comunidade de São Marcos (Rio Arapiuns) -Farinhada e exposição de artesanato.
Aqui, a Amazônia se revela no cotidiano. A farinhada é uma aula viva sobre trabalho coletivo, tradição e alimento como cultura.
E o artesanato mostra como saberes antigos seguem atuais, sustentando famílias e preservando identidades.

12:00 – Almoço no Restaurante Comunitário de São Marcos (Rio Arapiuns)
Comida feita na comunidade: você não apenas consome, você fortalece a economia local.

14:00 – Tempo livre na Praia da Ponta Grande (Rio Arapiuns)
Tarde de praia amazônica: água, descanso, brincadeiras para crianças e contemplação para adultos. Um dos momentos mais leves e queridos do roteiro.

19:00 – Jantar na Ponta Caracaraí (Rio Arapiuns)
Noite tranquila, com clima de “casa” mesmo estando longe de casa.

Pernoite na Ponta Caracaraí (Rio Arapiuns)

Dia 02 de janeiro — Coroca e o turismo sustentável que protege

07:00 – Café da manhã na Ponta Caracaraí (Rio Arapiuns)

09:30 – Saída para visita à Comunidade de Coroca (Rio Arapiuns)
Coroca é um exemplo inspirador de turismo de base comunitária que cuida do território. É o tipo de visita que mostra que turismo pode ser ferramenta de conservação e geração de renda, sem descaracterizar a cultura local.

13:00 – Almoço na Ponta do Toronó (Rio Arapiuns)

14:00 – Tarde livre na Ponta do Toronó (Rio Arapiuns)
Uma tarde para descansar, aproveitar a praia e recarregar. Para famílias, é tempo de brincadeira e água. Para quem está sozinho, é tempo de contemplação e presença.

19:00 – Jantar na Ponta do Toronó (Rio Arapiuns)

Pernoite na Ponta do Ucuxi (Rio Arapiuns)

Dia 03 de janeiro — Urucureá: artesanato e despedida com mergulhos no Tapajó

07:00 – Café da manhã na Ponta do Ucuxi

08:00 – Saída para a Comunidade de Urucureá

09:00 – Oficina de artesanato em Urucureá
Uma atividade que aproxima visitantes e comunidade. Você aprende com as mãos, com o olhar e com a história de quem vive ali. Para crianças, é um momento lúdico e criativo. Para adultos, é uma chance de entender o valor do feito à mão e do tempo da floresta.

12:00 – Almoço no Lago do Urucureá
Uma pausa especial em um cenário que parece pintura: água calma, paisagem viva e sensação de “Amazônia por dentro”.

13:00 – Saída para Alter do Chão (Rio Tapajós)
Hora de voltar, levando na bagagem mais do que fotos: levando experiência.

15:30 – Mergulho na Ponta do Curucu (Rio Tapajós)
Um mergulho de despedida, para fechar o ciclo com alegria e leveza.

17:00 – Chegada ao Terminal Turístico de Alter do Chão

O QUE TORNA A CONEXÃO AMAZÔNICA ESPECIAL?

1) Experiência real (e transformadora) para o viajante.
Você participa, observa, aprende e se conecta — sem pressa e sem roteiro artificial.

2) Fortalecimento socioeconômico das comunidades.
Cada visita, refeição e atividade é construída para que a renda circule localmente e fortaleça iniciativas comunitárias.

3) Respeito ao meio ambiente e à cultura local.
A viagem valoriza o modo de vida tradicional, reduz impactos e promove convivência respeitosa com o território.