A Conexão Amazônica é uma experiência de turismo de base comunitária, construída junto com comunidades tradicionais da região de Santarém, Alter do Chão, Tapajós e Arapiuns. A viagem tem como objetivo conectar pessoas à Amazônia por meio de vivências reais, fortalecendo economias locais e valorizando a floresta em pé.

A viagem se baseia em três pilares:

  • Experiência do viajante (imersiva, segura e significativa)
  • Fortalecimento socioeconômico das comunidades (renda local e protagonismo comunitário)
  • Respeito ao meio ambiente e à cultura local (convivência responsável e preservação)

Não. A Conexão Amazônica não é uma viagem de luxo. É uma experiência autêntica e cultural, em que os viajantes dormem em redes, como fazem os moradores locais. Ao mesmo tempo, buscamos oferecer organização, conforto possível e segurança durante toda a expedição. (Dispomos de uma ou duas cabines por barco com beliche que podem ser reservadas com um valor adicional).

A hospedagem é feita nos barcos utilizados exclusivamente pelos viajantes e tripulação. A estrutura conta com áreas para redes, camarotes (quando disponíveis), banheiros/sanitários e cozinha.

Sim, pode ser muito confortável. Para aproveitar melhor, recomendamos levar:

  • manta leve ou lençol
  • roupa de dormir confortável
  • lanterna
  • itens pessoais em uma bolsa pequena de fácil acesso

Sim. A viagem pode ser vivida por adultos e crianças, incluindo famílias e viajantes solo. Para crianças, é essencial seguir as orientações de segurança, especialmente em áreas de água e durante embarques e desembarques.

Sim. É recomendado (e no roteiro indicado como item essencial) que crianças de até 12 anos utilizem colete salva-vidas infantil.

A viagem ocorre na região de Alter do Chão (Santarém/PA) e segue pelos rios Tapajós, Amazonas e Arapiuns, retornando ao final para Alter do Chão.

O aeroporto de chegada é Santarém – PA. As companhias aéreas que operam voos para Santarém incluem Azul, Gol e Latam.

O ideal é chegar com antecedência para evitar imprevistos e começar a experiência com tranquilidade. Caso você chegue antes ou fique depois, Alter do Chão possui pousadas, hotéis e opções de Airbnb.

A alimentação é organizada pela equipe, com refeições no barco e, em alguns momentos, em restaurantes comunitários. Isso fortalece a economia local e faz parte da proposta de turismo responsável.

Sim, é possível atender vegetarianos e veganos. Recomendamos avisar com antecedência.

Entre as experiências do roteiro, destacam-se:

  • praias de rio no Tapajós e Arapiuns
  • passeios em igarapés e trilhas na Flona do Tapajós
  • visita à Samaúma Gigante
  • Encontro das Águas (Tapajós/Amazonas)
  • vivências comunitárias (farinhada, artesanato, projetos de recuperação ambiental)
  • Réveillon em aldeia com carimbó e celebração tradicional (nas viagens de final de ano)

O Ritual da Floresta é uma cerimônia conduzida pelo Pajé Nato Tupinambá, com caráter de acolhimento e proteção, pedindo que os encantados e os espíritos da floresta e dos rios recebam os visitantes na Amazônia. É um momento de respeito e conexão cultural.

Na visita a Coroca, os viajantes conhecem iniciativas comunitárias de ecoturismo sustentável, incluindo:

  • projeto de criação de tartaruga de água doce
  • criação de abelha sem ferrão
  • loja de artesanato comunitário

Em Urucureá, os visitantes participam de uma oficina de artesanato com palha do tucumã, feita a partir do manejo sustentável da palmeira. O tingimento utiliza tintas naturais de folhas, raízes e frutos, e a atividade é liderada pelas mulheres da comunidade, fortalecendo renda e valorizando saberes tradicionais.

Itens essenciais recomendados:

  • protetor solar, boné/chapéu e óculos escuros
  • camisetas UV
  • repelente
  • lanterna
  • calça comprida, tênis e meias para trilha
  • sandália
  • squeeze/garrafa de água
  • toalha e canga
  • medicamentos pessoais (farmácia pessoal)
  • dinheiro em espécie para artesanato e compras locais

Sim. É altamente recomendado levar dinheiro vivo, principalmente para compra de artesanatos e itens locais em comunidades, onde sinal e meios digitais podem ser limitados.

Sim. A segurança é um princípio central da Conexão Amazônica. A viagem conta com comandante, equipe de apoio, equipamentos e lancha de suporte (voadeira). Ainda assim, é fundamental que os viajantes sigam as orientações da equipe em todos os deslocamentos e atividades.

Em vários trechos pode haver instabilidade ou ausência de sinal, principalmente durante navegação e em comunidades mais afastadas. Essa é uma oportunidade de viver a Amazônia com mais presença e menos telas.

Sim, mas com respeito. Sempre que envolver pessoas, recomendamos pedir permissão antes de fotografar, e evitar registros invasivos. A experiência é baseada em convivência e respeito cultural.

Algumas formas simples e importantes:

  • respeitar regras e costumes locais
  • consumir produtos e refeições comunitárias
  • valorizar e comprar artesanato local
  • reduzir lixo e evitar descartáveis
  • manter postura de escuta e troca, sem julgamentos

A viagem cobre praticamente todas as despesas dos 6 dias de navegação: 6 dias de estadia, alimentação completa (café da manhã, almoço, jantar e merendas), rede de dormir (que você pode levar como lembrança), todos os passeios, oficinas e vivências e experiências gastronômicas em restaurante comunitário.

Passagem aérea até Santarém, deslocamento para Alter do Chão (podemos indicar o motorista), estadia em Alter do Chão e bebidas alcoólicas (cerveja e vinho).

Nós temos um roteiro com dicas. Basta solicitar que enviaremos.

Você pode entrar em contato pelos canais oficiais:

  • Site: conexaoamazonica.eco.br
  • WhatsApp: (19) 97159-1722